Innovation as a Service: um executivo de inovação sem o overhead

Em resumo

A Inova Lab assume o papel de executivo de inovação da empresa em regime contínuo. Toca a estratégia, a governança do portfólio e as decisões de tecnologia e cultura, como faria um diretor de inovação interno — sem o custo e o tempo de contratar um.

Como funciona na prática?

  1. 01

    Leitura do negócio como sistema

    As primeiras semanas são de mapeamento: modelo, operação, canais, processos, pessoas, tecnologia e produto. O objetivo não é diagnóstico bonito — é saber onde uma decisão muda o resultado e onde só muda o slide.

  2. 02

    Montagem do portfólio de iniciativas

    Tudo que está em curso, planejado ou parado entra numa lista única, com critério de priorização explícito. É onde normalmente se descobre que três times estão resolvendo variações do mesmo problema.

  3. 03

    Ritmo de decisão

    Encontros recorrentes com quem decide, para tirar do papel o que foi priorizado e matar o que não vai acontecer. A maior parte do valor está em decidir mais rápido, não em ter mais ideias.

  4. 04

    Articulação entre áreas e fornecedores

    Boa parte do trabalho é traduzir: o que o time técnico precisa saber do comercial, o que o fornecedor está prometendo além do que entrega, o que a diretoria precisa entender para aprovar.

  5. 05

    Transferência de repertório

    O objetivo declarado é que a empresa passe a fazer isso sozinha. Cada ciclo deixa método documentado e pessoas mais capazes de conduzir o próximo.

Para quem este formato não é

Dizer isso antes poupa o tempo dos dois lados — e é mais útil que qualquer descrição do que o trabalho é.

  • Empresa que quer o título de "inovadora" sem mudar como decide
  • Quem espera que o consultor decida no lugar da diretoria
  • Operação que ainda não tem processo básico funcionando — nesse caso a Aceleração vem antes
  • Quem procura um fornecedor de execução para escopo já definido

O que fica quando termina

O trabalho não é considerado concluído porque a entrega saiu, e sim porque a empresa consegue operar sem a Lab.

  • Portfólio de iniciativas com critério de priorização documentado
  • Ritmo de decisão instalado, com dono e periodicidade
  • Critérios de avaliação de fornecedor e de tecnologia
  • Pessoas do time capazes de conduzir o ciclo seguinte

Se não for este o formato

Se o que você precisa é destravar uma frente específica, e não conduzir a inovação da empresa inteira, a Aceleração de Transformação é mais adequada e mais barata.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre isso e contratar um diretor de inovação?

Custo, velocidade e escopo. Um cargo interno leva meses para ser preenchido e traz encargo permanente. O formato contínuo começa em semanas e a empresa paga pela função, não pela pessoa — mas exige que alguém interno participe, senão o conhecimento não fica.

Com que frequência acontecem os encontros?

A recorrência é definida no diagnóstico, em função do ritmo de decisão da empresa. Operação que decide semanalmente pede cadência diferente de uma que decide por trimestre.

A Inova Lab executa ou só orienta?

As duas coisas, em proporção que muda ao longo do trabalho. No começo há mais execução conjunta, para destravar; ao longo do tempo a proporção migra para o time interno. Se ela não migrar, o trabalho falhou.

Como saber se está funcionando?

Pelo número de decisões tomadas e iniciativas concluídas por trimestre, comparado ao período anterior. É a métrica que importa, e ela precisa ser medida desde o começo.

Próximo passo

O formato certo se define na conversa.

O diagnóstico estratégico é sem custo e leva cerca de 60 minutos. É nele que se decide se este é o formato adequado — e, se não for, qual é.